É cada vez mais raro ter o prazer de folhear um jornal, com notícias e novidades, de ler ou ouvir uma opinião, isenta, inteligente e fundamentada, e de ter a televisão ligada mais de cinco minutos a determinadas horas do dia. De facto, depois do país ter sido assaltado, numa lógica de quem vier a seguir que feche a porta, o alinhamento partidário, a demagogia barata, o curto prazo e o lucro rápido estão a dar cabo do que restava da informação e do debate político. E, para empestar ainda mais o ambiente, só faltava mesmo a confirmação que o país entrou na vertigem de uma campanha eleitoral antecipada..
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