A ex-ministra da Educação, como qualquer outro cidadão, tem direito a recorrer da condenação que lhe foi imposta. E até afirmar que se sente injustiçada. Mas não vale tudo. E fundamentar a crítica num plano inimaginável da arrogância política só serve para enterrar mais um determinado estilo de exercício do poder que, aliás, depois da festa, nos conduziu até ao abismo. O que pensarão Seguro e Costa? Ou será que a pergunta não dá muito jeito?
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