Não há desgraças grátis
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Alguns países, como os EUA, aguentaram o embate em cheio. Sofreram muito, limparam o sistema e recomeçaram a crescer; em 2011 a economia americana recuperou o nível de 2007, anterior à queda. Portugal optou por um caminho diferente. Grande parte da nossa economia também sofreu o embate inicial, com falências, desemprego, perda de rendimentos. Mas certos sectores da sociedade, como o Governo e o GES, preferiram negar o desastre, pedir dispensa, adiar medidas, reclamar direitos adquiridos. Assim, só na segunda fase, a partir de 2011 e com a chegada da troika, se começou um ajustamento a sério, afectando sectores protegidos pelo Estado: funcionários, pensionistas, serviços e afins».
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