A reunião entre o primeiro-ministro e o líder do maior partido da oposição provou que o entendimento é cada vez mais viável à medida que o tempo passa. António José Seguro começa a perceber que só pode alcançar o poder se no dia a seguir às Legislativas de 2015 estiverem afastadas as condições para um terramoto financeiro em Portugal. Pedro Passos Coelho já o tinha percebido.
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