As entrevistas passaram a ser marcadas no Parlamento pelos líderes partidários. Foi assim, no último debate quinzenal, com o desafio de António José Seguro a Pedro Passos Coelho. Assim vão os tempos, em que os uma parte dos órgãos de comunicação social assumem o papel de notários da informação e opinião políticas. E para quem tivesse dúvidas, bastou ver a última entrevista ao PM em que, surpreendentemente, ou não, Angola ficou de fora. Quem sabe para não incomodar alguns patrões e negócios que Belém e São Bento acarinham. Não falta muito para perceber a razão de tal silêncio...
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