A grande novidade política do dia partiu de António José Seguro, que voltou ao discurso político activo, substantivo e fundamentado: «Precisamos de um compromisso entre gerações e entre políticas públicas. Os direitos são fundamentais numa democracia, mas esses direitos têm de corresponder a uma sustentabilidade das políticas públicas. Não podemos pôr de lado o rigor e a disciplina a que deve obedecer a gestão dos dinheiros públicos. Propomos um limite para a despesa corrente primária, porque é fundamental, sobretudo no período de ajustamento».
"Limite para a despesa" não parece ser coisa dita por um socialista...
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