A nomeação de Pires de Lima, para a Economia, e de Rui Machete, para os Negócios Estrangeiros, é a prova que Pedro Passos Coelho vergou. O primeiro-ministro prometeu mudar, mas a remodelação apresentada ao presidente da República constituiu um retrocesso estrondoso em relação à esperança de trazer novos rostos à política e à governação. Tal como já tinha acontecido com Daniel Bessa (governo Guterres) e com Campos e Cunha (governo Sócrates), entre outros exemplos, os dois principais ministros independentes do XIX governo constitucional, Vítor Gaspar e Álvaro Santos Pereira, não resistiram a quem verdadeiramente manda em Portugal. Pedro Passos Coelho também não.
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