O balanço da greve dos professores aos exames é cristalino: todos ficaram a perder. O ministro da Educação, os sindicatos, os professores e os alunos têm razões de queixa, mas em Democracia cabe ao poder político a primeira responsabilidade. Nuno Crato, uma das estrelas que garantem o mínimo de credibilidade ao Executivo, deve reflectir e adoptar medidas para que a situação não se volte a repetir.
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