RTP: contagem decrescente para o colapso?
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O presidente anda em festas e entrevistas, em promoção pessoal. Do ilegal "director-geral", responsável pela total ausência de estratégia, não sai uma ideia. Apresentado como sucesso, o programa de rescisões amigáveis foram 207 consultas, não rescisões – e, entretanto, a RTP contrata um correspondente externo para Timor sem abrir concurso interno. A Direcção de Marketing (a única que interessa ao presidente), já com 36 pessoas, continua a crescer. E a RTP Meios foi aumentada ao ponto de se tornar impraticável. Para impedir críticas do provedor do espectador, a RTP não lhe renova o contrato e prepara-se para contratar alguém que fez parte durante décadas do "sistema" da empresa (e identificado com o PSD). Alguém acreditará na sua independência?»
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