Sem fôlego
«
Embora na Reserva Ecológica Nacional, que já ocupava 63% do território, fosse proibido construir, produzir, trabalhar, fumar, queimar, defecar e múltiplas outras coisas, imensa gente ia para lá respirar com impunidade. Enquanto os fiscais lutavam com unhas e dentes para preservar cada centímetro quadrado dessa reserva, bloqueando heroicamente investimentos de mil milhões de euros só no último ano, a violação do ar por hálitos anárquicos prosseguia descontrolada».
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