Justiça, Bach e Bollywood
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O nosso legislador, quando legisla sobre a justiça (criminal, principalmente), muitas vezes embarca na ficção e na fantasia, e faz um filme longo, não raro aborrecido, onde mistura drama, acção, romance, comédia e, sobretudo, musical. Frequentemente, a obra sai-lhe de gosto duvidoso, a puxar ao popularucho, e logo no início adivinha-se quem é o herói, quem é o vilão e quem vai ficar com a rapariguinha no final».
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