Durante meses a fio, Álvaro Santos Pereira foi o bombo da festa na comunicação social. De um momento para outro, quiçá depois de aceitar uma extraordinária e indecente renegociação das contrapartidas que a Ferrostal, vendedor alemão dos submarinos a Portugal, nunca cumpriu integralmente, o ministro da Economia passou a ser elogiado. Eis uma transformação que deve ser obra e graça do Espírito Santo.
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