Pedro Passos Coelho esteve brilhante na entrevista à RTP. Com uma serenidade impressionante, o primeiro-ministro foi rebatendo, uma a uma, as críticas que têm sido feitas, não temendo enfrentar abertamente a vozearia instalada por má-fé, vingança ou manifesta desinformação. Num momento decisivo, e com o conforto da quinta avaliação positiva da troika, o chefe do governo deu um passo em frente, aproveitando a oportunidade para colocar Paulo Portas no seu lugar e esvaziar a estratégia que António José Seguro tem sido obrigado a seguir.
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