O ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares tem a possibilidade de apresentar a demissão até ao próximo dia 2 de Julho. Caso contrário terá de voltar a responder aos deputados no dia seguinte - não mais forte, mas de rastos -, de forma a corresponder ao agendamento potestativo do PS. E, para já, só Pedro Passos Coelho teve o atrevimento de fugir ao Parlamento em idênticas circunstâncias.
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