Passos Coelho escolheu e comprou livros (com factura) como um cidadão normal. Um gesto apreciável num tempo em que os livros e a cultura andam pelas ruas da amargura. Surpreendentemente, a notícia foi outra: a vaia ao primeiro-ministro. Mas para quem assistiu ao "acontecimento", a notícia é bem diferente: uma dezena de jovens, que gritaram palavras de ordem, nunca conseguiram mobilizar os milhares de pessoas que estavam presentes.

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