Sou um leitor atento do cronista e do percurso do político e independente do Bloco de Esquerda no Parlamento Europeu. A decisão de abandonar o grupo parlamentar em que estava inserido, com o argumento de uma perda de confiança em Francisco Louçã, é uma desagradável surpresa, típica dos "falsos" independentes. Ou seja, e em síntese, Rui Tavares está na corrida pela liderança do Bloco de Esquerda. Não é condenável, mas a forma escolhida para lá chegar é uma enorme desilusão. Enfim, mais do mesmo.
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