Pedro Passos Coelho prometeu, e muito bem, que não justificaria a sua governação com o erros do passado.
Todavia, há responsabilidades que têm de ser apuradas. A começar pelas despesas autorizadas pelo governo, para pagar consultadorias, que levantam as maiores dúvidas à Inspecção Geral das Finanças, relativamente aos anos de 2008 e 2009. E a procissão só vai agora no adro.
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