Há muitos anos que Portugal não assistia a uma tão grande manifestação de esperança no futuro governo.
Conheço pessoas de esquerda e de direita, até da esquerda e da direita mais radical, que sorriram com a formação do novo governo, que promete tornar a governação respeitável e credível. Para já, e o benefício da dúvida é o sinal que resta da esperança que subsiste em cada um dos portugueses, Pedro Passos Coelho tem uma responsabilidade muito maior do que governar bem: tem o dever de não frustrar o melhor de quem confiou nele.
P.S. É interessante assistir a alguns comentários de quem sempre esteve com Sócrates, por convicção, ignorância ou oportunismo, e agora pretende disfarçar esse vergonhoso apoio com tiques de isenção. Não pega. Soa a falso. Se calhar, falta o teleponto.
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