A cultura passou a estar ao nível da secretaria de Estado. Será que esta opção de organização do governo corresponde a menos cultura? Obviamente, não. Desde logo, pelo simples facto de que a cultura depende menos do impulso governamental do que da cidadania e da liberdade de expressão de autores e artistas. Poderemos esperar que uma certa esquerda, que sempre viveu à custa do Estado, volte às origens da criatividade?
Sem comentários:
Enviar um comentário