Normalmente, em tempos de crise, os cidadãos são assistidos nas dificuldades pelo Estado. O que tem acontecido, nos últimos seis anos, é precisamente o contrário: na hora da aflição, por uma governação irresponsável, os cidadãos ainda têm de salvar o Estado da bancarrota e salvar o país de um primeiro-ministro que já mostrou que é perigoso, que é capaz de sacrificar uma nação inteira aos seus truques e mentiras só para manter o poder. O discurso de José Sócrates, no encerramento do congresso do PS, revelou o pior: o descalabro à vista, com o inexplicável entusiasmo do aparelho socialista.
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