À medida que o ditador líbio fica mais isolado, o governo português mostra cada vez mais nervosismo e embaraço, o que explica a escandalosa ausência de uma única declaração oficial de clara condenação. Só faltava mesmo ter o atrevimento de oferecer ao facínora, que já se passeou por Lisboa, com direito a tenda ao lado da residência oficial do ministro da Defesa, o exílio num qualquer condomínio fechado (a sete chaves) no Algarve.
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