Todos os analistas, da esquerda à direita, ficaram estupefactos quando conheceram, em detalhe, os números da execução orçamental de Janeiro. A euforia (falsa) de José Sócrates está explicada. Aliás, conforme era previsível, sobretudo para todos aqueles que conhecem os últimos anos de governação (ou querem conhecer), a infantilidade e a irresponsabilidade são tais que já nem espantam. Mas continuam a indignar.
Os portugueses não se podem queixar dos sacrifícios que estão a fazer. Só acredita neste primeiro-ministro quem quer ou tem mesmo de acreditar.
P.S. O semanário Expresso sai mal na fotografia. Vai valer a pena esperar pela próxima edição.
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