Um dia depois de chegar a Bruxelas, para mais um Conselho Europeu, José Sócrates meteu a fanfarronice no bolso. E mudou de estratégia, apesar de continuar por esse mundo fora de mão estendida. O desespero é tal que José Sócrates já não olha a nada para garantir uns trocados que lhe permitam manter a governação à tona. Depois do venezuelano Chávez, chegou a vez de outra referência "democrata", a China, ser chamada a salvar o país. Só falta mesmo convocar os ditadores e assassinos que se passearam por cá, na célebre e triste Cimeira União Europeia/África em Novembro de 2007.
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