A declaração do primeiro-ministro, em Nova Iorque, para anunciar a intenção de apresentar a demissão no caso do Orçamento de Estado para 2011 não ser aprovado, é duplamente infeliz. Por um lado, é a constatação da fuga às responsabilidades; por outro, parece esquecer que o governo pode ser obrigado a ficar em funções durante longos meses. Afinal, não teria tudo sido mais simples se a clarificação tivesse ocorrido antes de 9 de Setembro?
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