Manuel Maria Carrilho foi corrido por pensar e escrever com liberdade. É claro que a corte do costume vai apresentar mil e uma maneiras de justificar o afastamento da UNESCO. E até é capaz de insinuar que o silêncio é devido por quem ocupa tão altas funções. Enfim, o rosário triste a que temos assistido. O que conta, é o pensamento e a obra. Por isso, aqui fica a referência ao último livro: "E agora?".
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