O início das jornadas parlamentares do Partido Socialista confirmaram a habitual conversa fiada sobre a defesa do Estado Social e a falta de transparência do funcionamento do partido. É fácil de perceber por que razão o PS bateu com a porta à revisão constitucional, ainda antes de ser conhecida a proposta do PSD. E também é fácil de perceber por que razão a comunicação social não pode estar presente no momento do debate entre os deputados. Em ambos os casos, seria difícil que a propaganda e o 31 de boca desta espécie de PS resistissem ao escrutínio.
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