Um aumento insignificante da taxa de crescimento da economia foi empolado até a exaustão antes do início do Estado da Nação. Ainda que sem a coragem de afirmar que o país não tem futuro com uma taxa de crescimento inferior a 1%, o governo prepara o arranque da última peça de ficção para tentar deviar as atenções da desastrosa governação dos últimos cinco anos. Sem resultados para apresentar, e depois de desperdiçar uma maioria absoluta para fazer as reformas estruturais essenciais para a modernização, José Sócrates tenta esconder-se atrás da crise internacional. No último acto da governação socialista, fica a imagem do desespero político.
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