Quando a crise aperta, e os principais indicadores são desfavoráveis, eis que o primeiro-ministro parte rumo ao estrangeiro. O tempo é de últimos negócios. Faltam nove dias para José Sócrates aterrar na realidade portuguesa, mesmo a tempo de começar o mundial de futebol. Nunca o futuro de um chefe de governo esteve tão dependente dos resultados da selecção de futebol.
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