Num país em que um pedido de esclarecimento assume contornos de desafio, em que as medidas governamentais são decididas à socapa e em que o pragmatismo é invocado pelo ministro das Finanças para contornar a lei, não é de estranhar a patética declaração de Francisco Assis para adiar o debate sobre a redução do número de deputados. Aparentemente, quando toca a cortar no desperdício público, evidente aos olhos dos portugueses, a estratégia é agarrar o tacho e acusar de demagogia quem pretende promover o debate. Até apetece citar Belmiro de Azevedo, que acusa o governo de falta de transparência.
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