Júlio Pereira, o 'chefe' dos serviços de informações, foi ao parlamento para ser ouvido em sede da "Comissão eventual para o acompanhamento político do fenómeno da corrupção e para a análise integrada de soluções com vista ao seu combate". Valeu a pena assistir à audição até ao último minuto, sobretudo por causa da questão colocada por Pacheco Pereira – certamente ingénua – sobre qual o papel das 'secretas' portuguesas em relação à grande corrupção, por exemplo na área da Defesa, e aos fluxos financeiros para offshores.
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