O referendo reivindicado por alguns sectores da igreja e da direita mais conservadora é um desafio que merecia ser aceite pela esquerda, a esquerda que sempre se bateu pelo direito à diferença independentemente dos acordos palacianos e dos calendários eleitorais. A luta pelo casamento entre homossexuais não é representada por quem faz desta causa um seguro de vida político ou até uma mera questão partidária.
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