Luís Amado quase que surpreendeu. As críticas à subalternidade da União Europeia em relação à NATO, no âmbito da participação na guerra do Afeganistão, chegaram a parecer uma espécie de grito do Ipiranga da diplomacia portuguesa em relação aos Estados Unidos da América. Foi alarme falso, obviamente. Afinal, o ministros dos Negócios Estrangeiros queria ainda mais submissão dos europeus em relação aos americanos, via NATO, obviamente. E os voos da CIA já tão longe...
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