O primeiro-ministro dirigiu-se ao país para desejar as Boas Festas a todos, mas a verdade é que apenas falou para alguns, certamente com mais sinceridade política do que quando passou pelo Palácio de Belém. O discurso ensaiado, do ponto de vista do marketing, deve ter entusiasmado a corte do costume, mas será que o povo que passou um ano terrível e se prepara para enfrentar um ainda pior conseguiu alcançar tanto optimismo e confiança?
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