Há mais de 30 dias que o país vive à espera da posição do procurador-geral da República, Fernando Pinto Monteiro, sobre a divulgação dos despachos que arquivaram o caso das escutas das conversas de Armando Vara com José Sócrates. E a ilusão magistralmente criada até chegou a gerar expectativas. Deve ser do espírito natalício.
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