Uma leitura mais atenta do discurso de tomada de posse do primeiro-ministro do XVIII governo constitucional revela que o combate à corrupção continua a não figurar na lista de prioridades. Também foi assim em 2005. Não é uma surpresa. Como ainda ninguém esqueceu as hesitações da bancada parlamentar do PS em relação às medidas anti-corrupção propostas por João Cravinho, a expectativa em relação ao novo ministro da Justiça, Alberto Martins, só pode ser muito fraca. Portanto, mais do mesmo, uma espécie de continuidade do consulado de Alberto Costa.
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