Referi anteriormente,
aqui, o silêncio do governo português em relação às declarações papais sobre o uso do preservativo. Na verdade, posteriormente, a ministra da Saúde, Ana Jorge, fez uma declaração de inequívoca condenação. E em tempo oportuno, pelo que a referência é da mais elementar justiça. Aliás, de Vasco Pulido Valente a D. Januário Torgal Ferreira, as reacções não se fizeram esperar. Nada mal para um país que é maioritariamente católico, em que algumas das personalidades mais destacadas não aceitam um fundamentalismo a roçar o criminoso.
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