Ao nomear um director nacional da PJ respeitado pelos investigadores criminais, o governo teve de ceder para comprar a paz na instituição, ainda que já possa ser tarde. A nomeação de mais um director surge, agora, como a prova da força da
ASFIC, que sentenciou Alípio Ribeiro, em 24 horas. Mas pode ser ainda mais. Pode ser, se houver trabalho, seriedade e resultados, um golpe na tentativa de liquidar operacionalmente a principal polícia de investigação criminal em nome de um qualquer eventual projecto aventureiro. É que nem um governo de maioria conseguiria resistir a mais uma demissão na PJ até 2009.
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