Capitais portugueses da ordem dos 23 mil milhões de euros estão aplicados em offshores. E se tivessem pago impostos, Portugal poderia atingir um superavit de 2%. Francisco Louçã, mais uma vez, surpreendeu e marcou o debate. E obrigou José Sócrates a uma resposta que fez toda a diferença entre um primeiro-ministro competente, sério e honesto e um governante tecnicamente mal preparado, politicamente demagogo e intelectualmente desonesto.
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