O Presidente da Câmara de Lisboa quer um órgão contra a corrupção, enquanto o que restou do pacote legislativo de João Cravinho jaz, moribundo, às mãos da maioria do PS no Parlamento. A diferença entre António Costa e José Sócrates não poderia ser mais evidente. Não é por caso que Manuel Alegre ganha cada vez mais peso político no partido da maioria. Não tarda nada, um novo truque de propaganda vai tentar fazer o primeiro-ministro surgir como o campeão da luta contra a corrupção.
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