O afastamento de Gonçalo Amaral, responsável pela investigação do caso MaCann, prova três factos: Alberto Costa, ministro da Justiça, manda mesmo na PJ; Alípio Ribeiro, director da PJ, não faz a menor ideia do que é o espírito da instituição; a investigação sobre o desaparecimento de Madeleine MaCan é um assunto entre Estados.
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