O Tribunal de Contas detectou 700 milhões de euros de despesas irregulares na Administração Central e Local. Correspondem a 20 por cento de despesas realizadas em 2006. Guilherme de Oliveira Martins está de parabéns. Só foi pena que a divulgação não tenha sido anterior ao último debate mensal. Se já se soubesse podia ser que José Sócrates também tivesse anunciado, além de computadores, a distribuição de máquinas de calcular por todo o governo e administração.
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