No espaço de uma semana, José Sócrates foi novamente vaiado. Agora, foi em Abrantes, por causa da política selvagem de encerramento de unidades de saúde. Os maus tempos começam a cair sobre a cabeça do primeiro-ministro, que parece cada vez mais atordoado e paralisado. A fuga para os areópagos europeus e internacionais, como fez António Guterres, seria o pior que poderia acontecer a Portugal. A Presidência da União Europeia não pode ser o álibi para fugir aos problemas da governação.
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