Os recados para o primeiro-ministro não são suficientes. Mas fica o apelo à crítica e à intransigência, o que é saudável em democracia e apropriado no Dia de Portugal. Por isso é preciso dizer mais, pois ainda há quem não se resigna face a políticos que andam há décadas a afirmar que não se resignam com os níveis de crescimento medíocre de Portugal.
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