Com o habitual jeitinho de José Lello e a tradicional arrogância de José Sócrates, o caso dos gastos do PS na campanha eleitoral de 2005, nomeadamente no Brasil, já se tornou mais um escândalo políco da nova maioria. A entidade que fiscaliza as contas partidárias, através do socialista Jorge Galamba, desmente a posição oficial do PS, que entende não ter que dar conta daquelas contas. Não tarda nada, os rapazes do costume vão começar a dizer que a investigação jornalística sobre o caso do Brasil, liderada pelo
Público , é mais uma perseguição política.
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