Paulo Portas esteve ao seu mais alto nível. Forte, incisivo e brilhante. Uma parte do brilhantismo deve-se à intervenção crítica de Manuel Queiró, o rosto da oposição no CDS/PP, que o colocou, desde já, no lugar, isto é, confrontando Paulo Portas com o futuro e com a eventual política de coligações com o PS.
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