A primeira volta das presidenciais em França deve ser pacífica. O resultado deve apontar para a inevitabilidade política que já foi antecipada até à exaustão. Ainda que os votos não tenham sido contados, é cada vez mais claro que a sociedade francesa ainda é demasiado machista para ter uma mulher na presidência. Uma condição suficiente para eleger um presidente medíocre, securitário e que ainda vive (ou tenta viver) à sombra do general Charles De Gaulle.
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