O
MAIS ACTUAL vai passar a integrar as novas regras editoriais impostas pela Proposta de Lei do Estatuto do Jornalista, que considero fascista (apesar de um amigo meu dizer que esta linguagem já não se usa). É uma forma de protesto, como qualquer outra, que vai permitir perceber todo o tipo de manipulações que podem passar a ser levadas a cabo. A partir de agora, as palavras cortadas a azul representam o
lápis azul da censura, pois é disso mesmo que se trata. Um risco insuportável em democracia.
Sem comentários:
Enviar um comentário