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Rui Costa Pinto - Jornalista/Editor/Publisher

quinta-feira, abril 11, 2013

Não tratamos?!

«O caos instala-se. O insuficiente financiamento dos hospitais cada vez mais afecta o tratamento dos doentes».

A comédia trágica

Agora é que vão ser elas…

Nas mãos dos credores

A impotência como destino?

Eles e o princípio da igualdade

quarta-feira, abril 10, 2013

Quanto vale o CDS-PP?

Está a caminho uma remodelação governamental profundamente negociada. Pouco ou nada vai adiantar em termos de prazo de vida do XIX governo constitucional. Porventura, o único ponto de interesse deste tardio (desesperado) movimento de cadeiras é perceber quanto vale o silêncio cúmplice de Paulo Portas. Será que um punhado de negócios, perdão, a pasta da Economia é suficiente? E será que o principal capataz de Paulo Portas também faz parte do pacote? Seguramente, os portugueses não esquecerão este partido que se move em função de novas oportunidades...

Ninguém se amarra?

O estado de JPP agrava-se visivelmente

«Cheguei a esperar que entrassem enfermeiros no estúdio».

O político Gaspar

Alguma sensatez

A seita de Sócrates

O álibi constitucional

Homenagem ao jornalista João Mesquita

«Colóquio sobre Jornalismo e Cidadania».

O delírio em política

Criticar a governação é uma atitude cívica. Mas criticar este governo, ou outro qualquer, a partir de juízos de intenção mesquinhos ultrapassa todos os limite. O delírio assaltou o debate público. E ainda lhes pagam...

Zero Absoluto

«Não é que não haja dinheiro para pagar o estado social, não há é dinheiro para salvar o sistema financeiro e pagar o estado social».

terça-feira, abril 09, 2013

Inventou guerra

«Thatcher foi pioneira desta Europa austeritária e autoritária. E isso os povos não esquecerão».

Seguro cada vez mais perto

A reacção do líder socialista à declaração do primeiro-ministro, sem pressas nem complexos em relação a fantasmas, surpreendeu pela positiva, pois manteve o rumo e a mão firme. As propostas apresentadas são exequíveis e representam um caminho alternativo, reforçando a credibilidade do candidato a primeiro-ministro. A partir de agora,  António José Seguro está em melhor condição para passar a mensagem aos portugueses, apesar da informação mainstream, sempre avessa a mudanças e sempre hostil aos líderes da oposição, sejam eles de esquerda ou da direita.

Primeiro-Mentiroso

D. Maria II, em Belém