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Rui Costa Pinto - Jornalista/Editor/Publisher

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segunda-feira, março 28, 2016

Marcelo Rebelo de Sousa: presidente ou palhaço?

Chegou a hora de Marcelo Rebelo de Sousa começar a assumir a sua mais alta função de Estado com dignidade e respeito pelos cidadãos. E, depois dos afectos, muito importante, o momento é grave: a «declaração do presidente da República sobre a intervenção do governo na banca, por um suposto interesse nacional, deve ter deixado qualquer cidadão atónito e preocupado. Afinal, quando o país estava a ser "vendido" a governos de assassinos e corruptos, com um par de empresários a encher os bolsos à custa de banqueiros ladrões, incompetentes e servis, Marcelo - comentador da TVI - lá fazia uma ginástica acrobática. Agora, o tempo é outro: ou fica na História como estadista, ou fica no rodapé da História como mais um palhaço, lambendo o chão dos poderosos, quiçá o lamentável discurso de Paulo Portas, na hora da despedida do CDS/PP, igual a tantos outros, a par com todos aqueles que, em tempos diferentes, defenderam Salazar, Sadam, Kadafi e Obiang, entre outros facínoras.

P. S. Será que o PR tem alguma coisa a dizer sobre os «activistas angolanos condenados a prisão»? Ou será que ainda tem medo que lhe cortem o orçamento de Belém?

domingo, março 13, 2016

Marcelo presidente: volta Sampaio, estás perdoado!

A entrada de leão do novo presidente apanhou desprevenido os protagonistas do regime. É hilariante assistir ao esforço de alguns para captarem a fórmula mágica e a popularidade crescente de Marcelo Rebelo de Sousa. Não é difícil perceber a azia de alguns, tanto à esquerda como à direita, mas com tantos afectos não tarda a política portuguesa vai passar a ser um vale de lágrimas. Como sempre Portas já apanhou o jeito...

segunda-feira, janeiro 25, 2016

Marcelo Rebelo de Sousa: presidente 16 anos depois

A demissão da liderança do PSD, em 1999, depois da ruptura com Paulo Portas, que acabou com a reedição da Aliança Democrática, foi um dos momentos mais dramáticos a que assisti na política portuguesa. Marcelo Rebelo de Sousa fez o que devia. E continuou a  fazer o seu caminho. Ontem, 16 anos depois, chegou a vitória política. Curiosamente, ao mesmo tempo que Paulo Portas já anunciou a saída de cena.

segunda-feira, novembro 09, 2015

quinta-feira, outubro 22, 2015

Portugal calado enquanto a Europa defende Luaty Beirão

Começa a ser difícil de suportar o silêncio do governo sobre Luaty Beirão e os seus companheiros. Por toda a Europa levantam-se vozes para evitar a tragédia. Por cá, o silêncio cúmplice. Até António Costa faz-de-conta...  

sexta-feira, outubro 09, 2015

PSD e CDS-PP podem reunir com BE, PCP e deputados seguristas?

O que aconteceria se Pedro Passos Coelho e Paulo Portas anunciassem reuniões com Catarina Martins, hoje, com Jerónimo de Sousa, amanhã, e com os deputados socialistas da tendência de António José Seguro, depois de amanhã? A resposta é simples: para colocar António Costa a primeiro-ministro, depois de ter sido derrotado no passado dia 4 de Outubro, é preciso muito mais do que a produção hollywoodesca em curso. 

quarta-feira, outubro 07, 2015

O líder derrotado começa a negociar

Mandatar um líder político derrotado para negociar... só mesmo neste PS, cada vez mais desnorteado. Com mais ou menos zigue-zague estonteante, mas sempre agarrado ao lugar de secretário-geral, António Costa mostrou regozijo por ter recebido o mandato da Comissão Política do PS para fazer uma «primeira avaliação das possibilidades que existem» para a formação do governo. Pedro Passos Coelho e Paulo Portas devem ter aberto o melhor champagne, moderadamente fresco. E Catarina Martins e Jerónimo de Sousa também devem ter escolhido uma boa garrafa de vodka, bem geladinha. 

P. S. Os socialistas vão ter liberdade de voto na primeira volta das presidenciais. A não haver uma segunda volta, António Costa teve mesmo um dia em cheio, que não será facilmente esquecido.

domingo, outubro 04, 2015

Seguro: o adeus a uma certa tralha

De acordo com as projecções de todas as televisões, a vitória da coligação PAF (PSD/CDS-PP) é muito mais do que a validação de um caminho para a governação. É a derrota estrondosa de António Costa, o líder de uma certa facção socialista que tinha o PS refém, e de um par de ressabiados que odeiam Passos Coelho e Portas. Mas também é a penalização do aventureirismo político, da traição pessoal, do abuso do poder, da corrupção de Estado e dos truques mediáticos. Em síntese: seguro é o adeus a uma certa tralha que quase liquidou o país.

P. S. O balanço do resultado eleitoral não deve branquear os vencedores e os vencidos, nem tão-pouco menorizar o papel de quem mereceu o dever de fiscalizar o novo governo nos próximos quatro anos.

quarta-feira, setembro 30, 2015

Legislativas 2015: As imagens/notícias que vão decidir

21 de Novembro de 2014: José Sócrates é preso.

28 de Setembro de 2014: António Costa,
vencedor das primárias do PS,

entra na sede do largo do rato.


28 de Setembro de 2014: António José Seguro
apresenta a demissão da liderança do PS.
17 de Maio de 2014: Troika sai de Portugal.
2 de Julho de 2013: Pedro Passos Coelho,
após o pedido de demissão de Paulo Portas,
recusa abandonar o cargo de primeiro-ministro.



23 de Março de 2011: José Sócrates apresenta a demissão,
 ao lado de Fernando Teixeira dos Santos,
após pedir o resgate internacional.

sexta-feira, setembro 04, 2015

Quando é que Angola entra na campanha eleitoral?

Já sabemos o que Pedro Passos Coelho e Paulo Portas pensam dos investimentos angolanos e chineses. Também já sabemos o que pensam Jerónimo de Sousa e Catarina Martins. Será que alguém quer saber o que pensa António Costa? E o que faria, se chegasse a primeiro-ministro, em relação a esta espécie de investimento estrangeiro?

segunda-feira, agosto 17, 2015

Pontal de aparências

Pedro Passos Coelho e Paulo Portas apareceram arrumadinhos na festa do Pontal, com discursos e mais discursos que se resumiram a uma única mensagem: com a nossa governação a coisa está a melhor; mas se fosse o PS, então estaríamos como a Grécia. Globalmente, a coisa até correu bem, não fora aqueles planos em que ambos não conseguiram disfarçar (ainda!) que devem estar aterrados com a perspectiva de se aturarem mais quatro anos.

quarta-feira, julho 29, 2015

O programa da coligação: embaraços

O programa da coligação para os próximos quatro anos, que vai ser apresentado, hoje, pode ser mais um momento embaraçoso para Pedro Passos Coelho e Paulo Portas. Para o líder do PSD não será fácil voltar a prometer o que não conseguiu fazer de 2011 a 2015, designadamente a reforma dos serviços de informações, a lei do enriquecimento ilícito, a privatização da RTP, entre muitas outras promessas que não foram cumpridas. Tal e qual como Paulo Portas, que também não deverá ter coragem para prometer a reforma do Estado que meteu na gaveta, entre outros compromissos assumidos na última campanha eleitoral.

quinta-feira, julho 23, 2015

Portugal está perigoso

Agora, já não vai é preciso fazê-lo à sorrelfa, como já tinha ficado comprovado com sucessivos escândalos: os serviços de informações passam a ter acesso ao registo do tráfego de telefones, telemóveis e computadores. Obviamente, com Júlio Pereira na liderança, tudo para combater o terrorismo. E com a comunicação social a assobiar para o lado... E com os votos da maioria e do PS de António Costa. Ou seja, no último minuto da legislatura, o poder político ajoelhou em relação às secretas. Uma proeza de monta para quem quer renovar o mandato e/ou ser uma alternativa credível. 

quarta-feira, maio 06, 2015

Maioria ainda abana com SMS do passado

A história do SMS de Paulo Portas a apresentar a demissão, no dia 2 de Julho de 2013, continua a provocar, hoje, ondas de choque no seio da maioria. Para quem ainda tinha ilusões sobre a solidez da coligação para mais quatro anos...

quinta-feira, abril 30, 2015

Passos e Portas arrastam-se

Pedro Passos Coelho e Paulo Portas arrastam-se penosamente, novamente coligados em desespero e à força, à espera de enfrentar as próximas legislativas. E nem na recta final da governação surge qualquer vislumbre de assomo de liderança e dignidade políticas. Nada, mas nada, os levam a demitir Paulo Núncio. Nem uma lista de contribuintes VIP's, nem uma busca os obrigam a agir. Surpresa? Não! Mais do mesmo, como se verificou, por exemplo, com Paulo Macedo, ministro da Saúde, no caso dos doentes com hepatite C, ou com o chefe dos serviços de informações.

domingo, abril 19, 2015

RTP: Passos Coelho, Portas e Cavaco Silva

O presidente da RTP, Gonçalo Reis, terá um salário mensal de dez mil euros, mais de três mil euros acima do vencimento auferido por Pedro Passos Coelho. A RTP não mudou assim tanto. Ou seja, tudo continua mais ou menos na mesma na estação pública, o que equivale a dizer que o mesmo se passa no país. Esta é apenas mais uma prova que Passos Coelho e Paulo Portas não estão a fazer a mudança que prometeram em 2011. É verdade que mudaram algumas coisas, mas no essencial esta nova escorregadela faz lembrar mais do mesmo e ainda outros tempos, designadamente quando Aníbal Cavaco Silva, entre muitos outros, não via mal nenhum na dança de cadeiras entre os partidos políticos, o governo e as empresas públicas e privadas. Já todos perceberam que a actual maioria não consegue fazer a mudança que prometeu, mas será que alguém ainda acredita que ela poderá ser levada a cabo pelo PS de António Costa?