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Rui Costa Pinto - Jornalista/Editor/Publisher

domingo, dezembro 24, 2017

Boas Festas



What else?

Conto de Natal

Natal dos hospitais


Costa é Fitch

Catalunha: o dia seguinte

sábado, dezembro 23, 2017

What else?

Terei que me aguentar

O bom gigante

IPSS da sogra

Raspadinha




Pobres e mal agradecidos


História de um Natal diferente

Os portugueses não precisam de Rennie

sexta-feira, dezembro 22, 2017

What else?

Marcelo e... Porquê?

O presidente da República insiste em participar na omissão do que se passa no SNS. O que espera Marcelo Rebelo de Sousa para visitar as urgências dos principais hospitais portugueses? Será que (ainda) não dá jeito?

Quem quer boleia ponha o dedo no ar!

Os ditadores do circo da vida

Buscas nas Raríssimas


Regresso ao futuro


A máfia de Braga

«O Estado não pode, neste caso, acomodar-se a uma rotineira execução de penas, acobertado pela habitual ideia de ressocialização dos delinquentes. Não pode arredar a vítima, a família e a comunidade do horizonte sancionatório exigível e já concretizado pelo tribunal». 

Catalunha mais independente

Êxodo! What else?

quinta-feira, dezembro 21, 2017

Qualquer dia é preciso casar para fazer sexo

Joana Marques Vidal: a diferença

A PGR teve um ano difícil, ou melhor, desde o início do mandato mostrou que é diferente do seu antecessor, Pinto Monteiro. Mas... Como compreender a atitude firme em relação ao caso da adopções e a atitude hesitante em relação ao caso Tecnoforma, entre outros?

O ano de Joana Marques Vidal

What else?

Caso das adopções e... Gigantesco

A investigação da jornalista Ana Leal, para TVI, tem contornos dantescos e revela até que ponto o Estado e as suas instituições bateram no fundo. E a sua dimensão transversal, que já se pode vislumbrar, promete um gigantesco terramoto.

A teimosia de Medina devia ser taxada

Um ano que foi uma montanha russa

SOL destacou e... Acertou

Um crime. Um livro. Uma notícia.
E, hoje, de manhã, na TVI24, a partir da 10:00, no programa liderado por Paula Magalhães, tudo sobre o caso com Joaquim Gomes, autor de Bourbons e Bruxo.





What else?

quarta-feira, dezembro 20, 2017

What else?


Nada secreto

«Polícias, políticos, militares e bancos com passwords expostas».

Crime de Braga com pena máxima

Não há crimes perfeitos

in Observador

Catalunha: eleições

«Esquerda Republicana bem posicionada para vencer».

Preparem os pezinhos: agora é mesmo para bater o pé à Europa!

Sete arguidos da "Máfia de Braga" arriscam pena máxima

Mega pé-de-meia

Um ano particularmente saboroso também nos tribunais

terça-feira, dezembro 19, 2017

Um ano saboroso

What else?

ADMINISTRADOR DA URBAN BEACH DETIDO POR DESOBEDECER A ORDEM DE FECHO

O crime das mulheres “destemidas”

Manuel Jekyll ou Maria Hide?

Ética artificial

Costa e os ministros pendurados

À medida que o tempo passa, António Costa vai coleccionando ministros que mais parecem cadáveres políticos agarrados ao lugar. O último é Vieira da Silva: «Dez dias depois... o que Vieira da Silva ainda não explicou do caso Raríssimas».

Segurança Social e recibos verdes

Quando os robles se abatem

A mais importante escolha do PSD

segunda-feira, dezembro 18, 2017

Boys, girls e a porcaria democrática

Novo partido liberal quer ir a votos já em 2019

What else?

Vícios privados de efeitos públicos

Novo 'homem doente'


«O primeiro-ministro faz declarações autistas sobre um "ano saboroso" para Portugal, apesar dos cerca de 200 mortos pelos incêndios. O país envergonha-se com um escândalo onde uma associação privada de fins sociais, a agora célebre Raríssimas, se vê enredada numa embusteirice envolvendo muitos e grandes nomes do PS. A Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, uma instituição caritativa, prepara-se para salvar um banco, o Montepio, injetando 200 milhões de euros. A Caixa Geral de Depósitos aceita salvar da falência uma construtora, a Soares da Costa, quando as dúvidas são mais que muitas de que seja viável. O segundo maior exportador nacional, responsável por cerca de 1% do PIB do país, a Autoeuropa, arrisca-se a entrar num ciclo de greves que põe em causa a sua atividade nos próximos anos. Isto tudo acontece e o que faz o PSD?».

Livros para o Natal (II)

Associação Frente Cívica exige

«À CGD reposição de dinheiro retirado».

Não raras Raríssimas

Surpresa?

O PSD do multibanco e da má língua

sábado, dezembro 16, 2017

Demita-se

«Do ponto de vista político e ético, a situação de Vieira da Silva é agravada por se tratar de alguém que não é um político qualquer».

Banalíssimas


«O início da história da Raríssimas tem essa espessura da exceção, do único: uma mulher de origens modestas, que perde a sua criança com problemas de saúde graves, consegue transformar a escara numa missão maior pelos filhos dos outros e superar a sua condição social. Valente. Já o que acontece depois transforma a excelência num lixo ordinário, num déjà vu rafeiro: a dita senhora, traça atraída pela luz, rodeia-se de políticos babosos. Assim que a crisálida advém borboleta, eles parasitam-na também. Embebeda-se no vórtex do poder, deslumbra-se, quer ser doutora, vestir estilista, sapatito da marca, viajar, conhecer o Papa, postar a selfie. Quer reverências e salamaleques, respeitinho muito lindo, o seu império crescente, o herdeiro da parada. Quer esquecer o seu passado. Vómito».

Ameaça no horizonte

«É provável que os juros comecem a subir a partir de 2018».

Xutos & Pontapés na Igreja e no Estado

É Sábado! What else?


sexta-feira, dezembro 15, 2017

Super Mário ou como afinal o diabo chegou

Jornalismo e os mitos

Durante anos, a ideia que o jornalismo de investigação é muito caro ganhou terreno. Ora, bolas! E os jornalismos light e cor-de-rosa não são caros? A diferença é outra e todos sabem qual é: escrutinar ou não o poder faz toda a diferença, sobretudo para alguns "gestores" da comunicação social. O resultado está à vista...

O poder do jornalismo

O país pequenino onde uma mão lava a outra

Raríssimas: o Estado é parte do problema

Vieira da Silva ainda mexe?

António Costa, tardiamente, assinalou a confiança no ministro Vieira da Silva. Vem aí tempestade?

PGR e DCIAP devem explicações (actualização)

«O Ministério Público enfrenta uma situação a que não está habituado, uma entidade europeia altamente qualificada considerou fraude aquilo que o MP mandou arquivar, depois de arrastar os pés. A Procuradora-Geral da República não sai bem deste processo, tanto mais que se fizeram demasiados silêncios, num país onde parece que os jornalistas acedem aos processos em segredo de justiça com mais facilidade do que os próprios investigadores».

P. S. (15 Dezembro 2017) A ausência de explicações cristalinas da PGR sobre este caso é muito estranha. Aliás, noutros casos, sem o envolvimento de figuras políticas de topo, a PGR tem assumido uma posição de transparência de louvar. O que se passa neste caso? Questões de meios? Pessoais? Oportunidade? Coincidência? E o princípio da legalidade é só para angolano ver?

Raríssimas. A geringonça é a sorte do ministro

Angola e... Venham eles

João Lourenço continua a surpreender. Para uns, é o branqueamento em curso; para outros, a ameaça que se impunha aos ladrões de colarinho e punhos brancos. E, já agora, também muito importante, para consumo dos respectivos cúmplices...

Raríssimas, uma lição

«Os políticos que iam às cerimónias não achavam nada estranho?».

Um País saboroso

«O ano de 2017 foi ‘saboroso’ para Portugal? Sem dúvida. Tão saboroso que só podemos esperar um 2018 ao mesmo nível. Espero que alguém em S. Bento reserve o Panteão Nacional para o ‘réveillon’».

PSD: Rio e Pontos

O PSD entrou numa fase especial. De manhã, Rui Rio e os vencimentos que auferiu na Ordem dos Contabilistas. À noite, a busca da PJ à mesma Ordem feita há um ano. E assim vai a corrida à liderança do PSD com mais ou menos Pintos, perdão, Pontos.

Não é bem assim

quinta-feira, dezembro 14, 2017

O PS é incorrigível

What else?

E o SNS aqui tão perto

A dose é justificada, ainda que cavalar. E se fosse dada a atenção ao SNS que o caso raríssimas está a ter, então muitas e muitas cabeças rolariam em Portugal. E melhor: os doentes ficariam a ganhar.

P. S. Faltam reportagens e artigos de opinião sobre o desastre que se está a abater sobre a saúde em Portugal.

O PS deixou ontem cair o ministro Vieira da Silva

Raríssimas, uma história de subdesenvolvimento

Oportunidade perdida


A raríssima coluna vertebral

O ministro está na frigideira

quarta-feira, dezembro 13, 2017

What else?


Ana Gomes e... Verdade

«PS tem de fazer introspeção sobre como se deixou instrumentalizar por Sócrates».

Tá-se e... Mal

«Um Governo recheado de amigos, casais e familiares socialistas. Mérito ou nepotismo?».

Candura a mais é pecado

Mais do mesmo e... Fracasso

Na liderança de uma instituição de assistência social, tal e qual como na política e na governação, ou até na vida em sociedade, não basta o comportamento civilizado (falso) e a boa educação (formal). É a falta de carácter que mina a confiança. É a estratégia de dissimulação que agrava o sentimento de repulsa. Resultado: a mentira, a trama e o abuso de confiança têm sempre o mesmo resultado: o fracasso.

Cabala perdida

Raríssimos políticos

Não paguem os justos

«O caso das Raríssimas revela a falta de uma fiscalização eficiente».

terça-feira, dezembro 12, 2017

O Fisco que apague a luz

Até as boas intenções têm dever de transparência

Os 69 de Marcelo

Médicos pronunciam-se sobre uso terapêutico da canábis este mês

Raríssimas e... Demissão

Paula Brito e Costa e Manuel delgado já foram. E Vieira da Silva fica. Quanto tempo para o ministro apresentar um pedido de desculpas e ficar agarrado ao lugar?

Marcelo e... Parabéns!

Marcelo Rebelo de Sousa: 69 anos.
Sagitário, obviamente!

Portugal e... Realidade

O caso nada raríssimo é a ponta do iceberg da assistência caridosa e desinteressada substituindo um Estado incompetente e onde reina a incúria. Moralismos bacocos à parte.

Um raríssimo Portugal

Por que razão o PCP quer fechar a Autoeuropa?

Isto vai ser mesmo a ‘Santa Casa’?

What else?

segunda-feira, dezembro 11, 2017

Trump, Jerusalém e a derrota dos antissemitas

Proença de Carvalho e... Red-Hot

Cúmplices no crime

Livros para o Natal (I)

Há números que são como punhais

Corrupção em Portugal – “uns” e “os outros”

As contradições dos tribunais sobre a morte

Olh’ó boneco!

domingo, dezembro 10, 2017

O Pai Natal Da Corrupção


«Há um alçapão de prendas más quando por exemplo, se mantêm fórmulas legais benévolas á corrupção em certas estruturas do Estado central ou local, casos de plataformas informáticas para os concursos públicos que em vez de serem transparentes, fazem a migração das ancestrais práticas corruptivas para a internet, de privatizações que são cartelizações mascaradas. Devíamos a propósito, refletir sobre a teia de negócios dos incêndios, o revoltante custo humano dos incêndios, o dever de ser implacável nesta área. Há outras prendas gigantescas para os interesses da corrupção, para além da ausência dos tribunais especializados e da prevenção laxista, como a continuação da inação política apesar de tudo, no equipamento com recursos financeiros, tecnológicos, humanos, que continua a atormentar as seções especializadas do Ministério Público, criadas este ano nos DIAP Distritais, com o deficiente apetrechamento informático e contabilístico-financeiro do lado da PJ. Não quero que o dia mundial contra a corrupção seja uma forma de agitar a bandeira da luta contra a corrupção para melhor a trair, uma espécie de Pai Natal da corrupção».

Louça e... Catástrofe

«Vamo-nos aproximando de um novo colapso financeiro».

quinta-feira, dezembro 07, 2017

O Leviatã, a Autoridade Tributária, o contribuinte e o seu cavaleiro

Nem o brilho europeu de Centeno livrou Costa das “trapalhadas”

O Natal por estes tempos

Johnny Hallyday! What else?


quarta-feira, dezembro 06, 2017

Um homem do Porto

Os “predadores” e os hipócritas

Trump e... Riscos

O fim de dois mundos

Secreta e... Secretos?

«Debate termina com Passos a irritar-se com Costa».

As marcas que ficam

O paraíso do avesso

António Costa, Belmiro e Zé Pedro

Outro ministro socialista de um país pequeno?

Austrália ainda é muito longe

What else?

terça-feira, dezembro 05, 2017

Jean d'Ormesson

«Écrire est très difficile, mais ne pas écrire est impossible».

A exportação de Mário Centeno para o Eurogrupo

Carvalhas arrasa Marcelo

Fizz sem gin

O Estado por dentro

Centeno e... App

Mário Centeno foi eleito pelos seus pares para liderar o Eurogrupo. E agora? Talvez uma App para continuar a garantir o poder de conciliar o inconciliável. Afinal, tal e qual como em qualquer golpada, um dia é sempre e tão-só até um dia...

A ilusão do Eurogrupo


Centeno no sapatinho


Os três chapéus de Mário Centeno

Centeno? Claro que sim!

segunda-feira, dezembro 04, 2017

What else?

Legionella e... Bandalheira


O número de mortos subiu para três. E o número de infectados aumentou para 43. E o governo e o ministro da Saúde continuam a reagir. E o hospital São Francisco Xavier permanece aberto.  E a bandalheira continua...

Os culpados disto tudo

Super Mário e... Adeus (2)

Tal como Vítor Gaspar, Mário Centeno tem mais de técnico do que de político. E enfrentar o que ainda está para vir por aí é sinónimo de futuro incerto. Com ou sem "peninha" no curriculum vitae!

Assédio sexual e o poder


Super Lua 2017

«A última Lua Cheia do ano é, também, a maior de 2017». 

Recordando Francisco Suarez (1548-1617)

Esticar a corda

Costa já não sorri

Dr. Costa, não é de propósito, pois não?

domingo, dezembro 03, 2017

Propaganda group

Os dois teatros de António Costa

Costa é mais fraco do que se julga

Falar do Zé Pedro hoje não é fácil, porque não é fácil o amor

A festa do cone iluminado

What else?



Libreto: Richard Wagner. Estreia: (Bayreuth) 26 de Julho de 1882.

sábado, dezembro 02, 2017

Zé Pedro e os X&P

Zé Pedro. O nome próprio do rock português

Zé Pedro. O adeus da guitarra e do sorriso

Por não querer nem governo nem Estado.

O diabo está na conta


O Ronaldo do Eurogrupo

América que os U2 cantaram

CONVITE


Extinção de dinossauros


‘Portugal católico’



É Sábado! What else?



Libreto: Richard Wagner baseado em diversas fontes. Estreia: (Munique) Teatro Real, 21 de Junho de 1868.